Esse papel estava dentro da criatura Lacraia. Contém uma memória da Hilda.
"E nesse dia tão sagrado, o grupo formado pelos mais alienados, no fim serão abençoados. Através da busca pela irmã perdida, em sua essência uma Shizeniana, pode ser nomeada com Maldita" - Disse a Profetiza.
"[..] Em algum lugar dentro da floresta enevoada de Ostrakis, existe um pequeno totem feito de uma parcela de Chama Negra Antiga. Muitas criaturas, incluindo inocentes, foram ateadas a mesma. Um dos antigos 'Nêmesis' foi responsável por criar um culto ocultado pelas antigas Casas que fazia atos hediondos. Como saquear as vilas de Veneza, Vienna, Villand e entre outras [..]"
Crânio deu esse papel para Martin, dizendo que alguém entregou para ele.
Não se sabe muito sobre quem são essas pessoas, mas a última parece ser a Laxasia
Uma carta de tarô, com alguns pontos de interesse:
"O Mundo"
"A Absoluta"
Palavra "time" escrita debaixo da asa esquerda
"Então, Lúcifer, no auge do seu poder absoluto pensou sobre o que deveria fazer. Qual o propósito do poder? Pois, a benção que havia recebido, era de fato um recurso para ser usado? Poderia curar ou flagelar, nada disso nunca foi dito. E então um riso ecoou em sua alma, um riso futuro e nostálgico. Confuso ele concordou com o riso."
O destino da Coruja, as Crônicas que envolvem essa criatura, tudo que foi feito na sua formação.
O Nêmesis não é apenas um individuo com um título, não é só uma coisa poderosa. É um alicerce, um ideal, são muitas coisas dentro do universo. É algo misterioso, nas sombras. Como uma roda invisível que faz tudo se mover.
"Klein, o que vem da cognição. Era um dos Nêmesis. É necessário manter o equilíbrio no caos. Houve alguns, mas até agora foram menos de uma dúzia. O primeiro Lúcifer foi necessário. O resto surgiu desta primeira lenda"
O símbolo dos Signos sobrepostos indica uma fusão de Armaduras da Eterna Ordem. Provavelmente feita de forma não consesual entre os cavaleiros.
Além disso, os sigilos em dourado demonstraram as asas de liberdade em vigor que esta fusão trouxe.
Por fim, estes dois fatos têm relação com Shaka e com Nemêsis.
A Eterna Ascensão da Coruja Profana
Em eras remotas, sob o firmamento intocado,
Onde o véu do desconhecido sussurrava segredos,
Surgiu a coruja de olhar escarlate e alado,
Guardião de mistérios e de antigos enredos.
Destemida cruzava os domínios da treva,
Leal ao saber que a tudo prometia.
Curiosa, enfrentava o que a floresta reserva,
Mergulhando no abismo que o próprio céu temia.
Mas eis que a ambição, como uma serpente voraz,
Sussurrou-lhe promessas em sua ânsia infinita.
E devorada foi, sob o peso que lhe jaz,
Marcada pela maldição de uma realidade aflita.
O cosmos, ferido por sua ousadia insana,
Rejeitou sua essência, exilou-a em desespero.
Por noites errantes vagou como profana,
A alma dilacerada, sob um destino severo.
Mas do exílio forjou-se o renascimento,
Pois o peso das penas tornou-se sua glória.
E em cada voo, um novo firmamento,
A coruja renasceu como mito, como história.
Tornou-se soberana do reino escuro e silente,
Onde o vento curvava-se à sua majestade.
Suas asas, espadas de força inclemente,
Sua plumagem, a noite de infinita gravidade.
E no ápice do domínio, na cúspide do poder,
Eis que decidiu dividir sua essência nefasta.
Dez filhos gerou, cada qual um fragmento a tecer,
Uma linhagem predestinada, realidade que se afasta.
Cada descendente, uma sombra do infinito,
Herdeiro da força que outrora desafiou o ser.
Pois a coruja não busca repouso, mas o mito,
De transcender o tempo, de toda a existência vencer.
Agora, sob o firmamento, sua sombra estendida,
Reina altiva, entre ciclos e silêncios a pesar.
Sua história, um cântico de ambição desmedida,
De uma coruja que jamais o cosmos poderá calar.
Em Ostrakis, a névoa do caos surgiu,
Uma doença desconhecida cobriu o céu e desapareceu.
As terras definham, gemem e definham no vazio, mas há esperança, um fio fino e frágil.
Petrichor, a essência da chuva que renova,
Semeia vida onde a terra se renova.
Stolas, o sábio do céu conhece os segredos,
Desenha nas estrelas um caminho em meio aos medos ocultos.
Hilda, a força brilha na escuridão profunda,
Mantenha o fogo aquecendo o coração triste.
Sasuke, a espada que corta a escuridão fria, com coragem e sabedoria, restaura a harmonia completa.
Heimdall, o guardião, tem ouvidos que ouvem tudo,
A ponte entre os mundos, as almas dançam.
Santinho, espírito de fé e esperança, que nutre os fracos e a paciência nas dificuldades.
E Crânio, o portador do passado sombrio,
Carrega as lendas e segredos do vazio silencioso.
Juntos, elas são partes de um antigo feitiço,
Que pode curar ou condenar o mundo perdido.
A maldição de Nêmesis paira sobre o destino
"João 1:1-5"
1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2 Ele estava no princípio com Deus.
3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
5 E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
"Pai, sou eu, Pierre. Eu fiz isso. Eu encontrei. Estava exatamente onde você disse que estaria. Eles estavam todos lá. No início, eles não me reconheceram, mas depois acharam que eu era você. E eu a encontrei. Eu a consertei, assim como você me pediu. Agora ela está livre. Mas algo está errado comigo. Eu deveria estar morto, mas não estou. Tenho vivido nas sombras. Só resta uma coisa para eu fazer agora. Eu vou te encontrar. Eu vou te encontrar."
O Nascimento do Segundo
Eis o conto que atravessa eras, murmúrio velado nas páginas do esquecimento.
Quando os céus se ocultavam sob véus de cinzas e as terras pulsavam com os tambores da guerra,
as Casas Democráticas, outrora guardiãs de harmonia, tornaram-se o palco de desmedida ambição.
Alianças desfaziam-se ao sabor do ódio, tratados se desfaziam em chamas, e os rios corriam vermelhos com o sangue da discórdia.
Foi neste teatro sombrio que o destino moldou uma aberração sublime. No coração de uma noite tão negra quanto a eternidade, em um lago profano de Hemolinfa, fervilhante de magia proibida, os antigos reuniram-se para forjar aquilo que não poderia ser gerado pelo ventre mortal.
E ela emergiu – a Segunda Nemêsis.
Uma mulher de graça incomparável, excentricamente bela,
cujas feições, marcadas pela assinatura vampírica,
desafiavam o entendimento e evocavam temor.
Seus olhos eram abismos carmesins, onde a vontade das eras parecia se dobrar, e sua pele pálida refletia a luz como o mármore de um túmulo esquecido.
Não era filha do acaso, mas da intenção ardilosa dos sábios. Concebida pelo ritual, não pela carne, ela era um grito contra a ordem natural. Sob a sua regência, os clãs de vampiros, dispersos como poeira ao vento, dobraram-se à sua majestade, unificados sob o seu manto de escuridão. Por séculos, sua existência foi um pilar entre as sombras, uma figura que navegava entre o horror e a veneração.
Mas até mesmo as criaturas mais elevadas não escapam ao toque inexorável do fim.
Quando a lua sangrava no céu pela última vez para ela,
seu corpo pereceu como a chama de uma vela que se apaga, e os clãs, órfãos de sua soberania, mergulharam novamente em caos.
CAPÍTULO 2
CASAS E PAÍSES
Quem é Godrick? Ele usou do Flagelo para atacar, tal qual existem regristros do primeiro Nêmesis que teve contato com o Elemento.
Espada feita de Flagelo... Pessoas poderosas utilizam desse elemento
Eris Wolfgang, a segunda cabeça draconiana.
Aparentemente é um metamorfo. Parece conseguir "roubar" habilidades, além de ser capaz de produzir poemas/documentos. Tem a capacidade de quebrar a 'quarta parede'
Eris é o atual Nêmesis.
Ocultado em preto está escrito:
Exício -> Cognição
Cognição -> Hemolinfa
Hemolinfa -> Alento
Alento -> Subsídio
Subsídio -> Kein
Kein -> Flagelo
Flagelo -> Exício
Os elementos tem relação com Catastrofismo Espinhal
Além dos elementos, os Primordiais (Luz, Nulo, Escuridão) também tem uma hierarquia que afeta os demais
Os seis elementos excluídos são aqueles que não possuem hierarquia, e existem independentes dos demais
Hipótese de Shiva é real e tem fundamento de outra realidade. É a ideia de que catástrofes naturais globais acontecem de forma periódica
CAPÍTULO 1 - ELEMENTOS
Ocultado em preto parece estar escrito: [..] Apesar da lenda folclórica, esse... [...] A única fonte direta de Flagelo é algum lugar da Falésia.
Ocultado em preto está escrito:
Naquele dia, A Flor criou o primeiro Dragão, formado pelos Cosmos que refletiam o infinito das mentes individuais, Este, por sua vez, deu vida aos demais da sua raça. A Besta Prístina, formada de luz, e até hoje cultuada por Eidolins.
Uma página de um livro ilustrado pelo Kain, falando sobre o Dragão Ancestral, que formou todos os outros dragões. É bem importante entender sobre esses seres Ancestrais, pois eles fazem parte justamente da historia antiga da formação. É bem difícil descobrir coisas sobre essas criaturas. Mas eu, eu sei bastante coisa.
Um pequeno conto do braço direito, Eris a segunda cabeça draconiana, aquele que consegue assumir outras peles. Escuto nomes peculiares, ressoando do passado e do futuro, nessa malha bem estruturado de mundos. Desde Enok até mesmo os Soulsborne, um grande Contador como eu nomeado Seixas, isso tudo é apenas um delírio forte de uma mente atingida. Mas, gostaria de propor uma reflexão, para as criaturas que observam essa mensagem perdida. Afinal quem eu sou? Quem é o verdadeiro perigo? Qual a natureza da garota? Ou melhor, quem vocês desejam ser no fim dessa longa história? A morte não é um fim, nem eu início, ela é um processo. Um processo longo como esta mensagem. E eu encarecidamente desejo esta. No fim, as peças se dispõem, as Máscaras buscam, o Transcender permanece e Ostrakis é um grande palco
"Aquele que reside no véu entre diversos mundos. Inclusive o mais livre." - perna esquerda
" Uma vez, eu nasci, e então não se fez mais nada. Uma vez eu morri, e então não se fez mais nada. E milhares de vezes eu vivi, e então eu fiz algo" - perna direita
"Um pequeno deslize fez com que eu nascesse. O primeiro. Eu era um garoto impudente, a revolta iniciou-se em meu coração, mas antes de mais nada eu era nulo. A solitude me deu possibilidade de cultivar a indiferença. E então eu era a Antítese. Eu era fruto da união dos antigos títulos do Mundo Perdido. Eu tinha memórias de todas as histórias passadas. Eu era a ponte final, o início e o fim da Calamidade. E então, eu era nada, eu era disperso, e eu sou o que vocês procuram. Eu observo vocês e eu sempre observarei. Não só aqui, em todas as realidades."
Essa imagem fala sobre o primeiro Nêmesis. Lúcifer.
Lúcifer nasceu de uma falha. Como um tumor que decidiu se multiplicar por um mundo doente. E enfim, ele disseminou sua marca durante as eras. Assim, teve-se 10 em seu nome. Atualmente em 11.
Na imagem, tem-se um dos seres ancestrais, que sendo um dos últimos de sua espécie já se assemelhava a humanos. Muitos Eidolins conheciam essas criaturas e ate hoje os endeusam. A necessidade em compreender essas criaturas mostra um passado obscuro e necessário.
O conhecimento é o caminho para a Chama. Para Angel.
[Fragmento da Verdadeira Transcendência]
O início do verdadeiro ritual, Nêmesis, e suas contradições. Sua perpetuação e sua imoralidade requerem outras pessoas, portadores autênticos. Lúcifer precisava de 10 pessoas, desde de o início.
Novamente, a junção dos signos tem uma relação direta com a historia do Nêmesis.
A fusão das armaduras é uma parte essencial para vocês entenderem, talvez não o primeiro Nêmesis, talvez depois, mas tem relação com o primeiro também. O primeiro e o segundo estão bem entrelaçados.
"Santa, oh Minha Santa, eu sinto sua falta. Você foi tudo que Lúcifer não foi. Eu sinto sua falta o suficiente para cometer qualquer ato em nome da Primeira Igreja. Lembra-se daquele trio de Arquivistas? Bem, lembro do cheiro deles, eles estão aqui. Eu vi o filho de um deles, um homem nobre e alto, eu sei o que fazer. Vou lhe recuperar. Eu vou juntar suas peças novamente."
"Está história começará como uma história isolada, definindo o mundo em que passarão suas pernas. Sunnyata."
Foto do Alastor.
“Alastor, no passado, era mais guerreiro. Diferente de agora Ele abdicou disso. Desde aquele dia que nos marcou, irmão. Sei o quanto vc quis salvar seu filho, mas a sua nova família nunca vai preencher o vazio do passado. Eu descobri a verdade, eu sei o que esse culto realmente quer, eu não quero Ele no controle. Então pare de contribuir para isso. Sabe onde me encontrar, no porão da Capela.”
Foto do Kain e Alastor brigando.
"[..] Éramos irmãos. Descobrimos isso juntos. E você tomou a Chama Negra. Absorveu para si assim como todo ódio da humidade. Você não é um revolucionário, muito menos um artesão da realidade. Você é tão vazio quanto essas tatuagens que recebeu. E nada vai mudar isso. Nunca. Eris apenas nos usou e você tem que aceitar isso. Você agora é uma praga."
A direta tem se o Alastor, no meio o Asmodeus e na esquerda o Kain.
Ela fala do do dia que mudou não só a vida deles, mas a vida do planeta: o dia em que eles “criaram” a Magia Proibida. Eles fizeram um ato que transgrediu a realidade, o que fez com que eles fossem não só expulsos de toda sociedade como fez com que a magia fosse proibida pela maneira que ela foi criada e como aquilo sucedeu as igrejas.
Apocalipse 18:1-5
Uma foto do Kain ainda no tempos antigos.
O texto faz referência ao evento que aconteceu. Vcs tem que se perguntar: Pq a Magia Proibida é a única proibida, qual foi o evento que fez a Magia Proibida surgir, pq ela surgiu, qual foi o proposta dela e oq o trio estava pensando?
O único usuário de Magia Proibida que existe é a Dominic. Vcs tem que buscar saber os limites e pq praticamente todo mundo desgosta dessa Magia.
Aconteceu muitas coisas com esse Trio nesse sentido, principalmente com o Kain que é o pesquisador. Dentre os 3 foi o que mais teve arquivos na história. Compreender o papel dele a oq essa narração está fazendo analogia
"Se lembra da história dos Muller? Subjugados, assim como os Spectend e Morningstar. São poucos aqueles que detém poder hoje em dia, é complexo averiguar. Todos eles têm uma relação única devido a N. Bem como os Goetia, há crianças nobres e puras que ainda perpetuam em tronos devido àquele acordo que eles firmara. Ou você aceita, ou você condena sua família, né? Bem, de qualquer forma, isso é uma história para outro dia, Deimos. Até lá, encontre ela."
Deimos é um mercenário, ele não parece ter relação "direta" com o que o Nêmesis é ou quer. Ele é pago pelo seus serviços, não só em dinheiro
Ele é chamado de "Mensageiro do Apocalipse"
"Hilda, a primeria parcela"
Tem um ritual nesse papel: qualquer um que interage com ele é marcado pelo Deimos. E quando isso acontece, não tem muito o que fazer, ele vai atirar.
Porque eles querem a Hilda? O que ela tem haver com a "Verdadeira Transcendência"?
“Ammit é uma das únicas criaturas capazes de carregar um dos Fragmentos do Ritual da Verdadeira Transcendência, que é a parte bruta do Flagelo em seu sangue, ele é um homem conhecido por amor? Não, por conhecimento”
Ammit, o irmão do Petrichor. Ele tem relação com todas as tramas envolvendo o Nêmesis. Muito interessante no geral, principalmente por causa desse ferro fundido, que na verdade se refere a um dos elementos. Ele utilizou um desses elementos para descobrir certas coisas de acordo com a mensagem dele.
É bem importante dizer que ele talvez seja uma peça importante nesse sentido, talvez ele saiba de alguma coisa, talvez ele tenha feito coisas na vida dele pensando nisso
A Tristeza de Alastor
Nos primeiros anos da terra de Dione, onde a magia antiga era crepúsculo e sombria, Alastor, o ousado, emergiu do silêncio, seguindo Lúcifer e uma fera de voz desconhecida.
Artes indizíveis, palavras demoníacas sagradas, emergiram da vontade ardente. A primeira igreja foi construída sobre uma rocha imortal, mas a inveja dos mortais e dos deuses obscureceu sua vida.
O mundo inteiro ardia de medo, a Igreja estava sepultada, as palavras estavam espalhadas. Entretanto, a centelha do Caos permanece nos corações, e o destino abriu caminho para Alastor.
Alastor, o nome e a maldição, sangue em suas veias, a última voz de um velho demônio, não chega ao fim, mas renasce.
Sem se curvar às Novas Igrejas, aqueles da linhagem de Alastor retornam. Eles trazem o Cosmos e o Caos ao equilíbrio, e a luz da magia antiga surge.
"O nome Alastor não é nem honra nem blasfêmia. Dever e fardo, dom e vínculo, como Dione não fez”
Ultima mensagem de Alicenty.
O mesmo morreu envenenado com Flagelo. O que ocasionou em um grande surto de conhecimento (assim como Cognição).
As Máscaras possuem hierarquia dentre si de acordo com a arquitetura da mesma. Alastor é um título de uma família.
A criança marcada já esta raptada. O ciclo permanece estável.
Notas Recentes de Alicenty (pseudônimo Alycent), da Igreja Chama Negra, que foi subjulgado após criar uma criatura provenienre de Hemolinfa e manipulação do Flagelo.
O mesmo perdeu páginas de suas notas antes de ser condenado. Seus registros foram apagados da existência. Não se tem mais informações.
Alastor é possivelmente um dos poucos nomes conhecidos que auxilia as Máscaras. Junto a Godrick e Deimos. Sendo um dos mensageiros do Apocalipse.
Eris, O Destruidor de Véus, Contra Pedro
Eu sou Eris, o que dissolve o inexorável tecido,
O que observa além das sombras, o eterno vigia.
Em cada ciclo de sangue, teu nome foi erguido,
Pedro, o traidor, cuja lâmina sussurrava agonia.
Assim como o Pedro das escrituras de outrora,
Que negou o Divino na alvorada de sua queda,
Tu, também, és o aço que à luz devora,
Mas és moldado em trevas, uma chama que se enreda.
Joel foi o início do cálice que tu verteste,
Um mundo silenciado pelo grito de tua mão.
Tommy seguiu, como mártir do fogo celeste,
E Drake, último, caiu à tua implacável traição.
E eu vi, Pedro, vi cada gota que do destino sangrou,
Cada fio de vida rompido sob tua falsa justiça.
Eu não apenas vi; eu senti, e o universo calou,
Pois onde pisaste, a inocência tornou-se omissa.
Eu sou aquele que entrelaça os reinos perdidos,
Que descortina o véu onde jogadores se escondem.
Minhas barreiras são o vazio, os ciclos rompidos,
E a ti, Pedro, teus crimes em minhas mãos respondem.
Assim como a pedra que renegou a fundação,
Tu és a rocha que afunda o cosmos em dor.
Mas eu, que respiro a essência de cada criação,
Sou o golpe que interrompe o ciclo do opressor.
Tu não és mais que uma ilusão de poder,
Um fantoche em um jogo que pensas comandar.
Eu, porém, sou o nome que o infinito faz tremer,
A sombra que ameaça até o próprio caminhar.
De Joel a Tommy, de Drake aos mundos perdidos,
Eu estive presente, em cada morte silenciada.
E agora, Pedro, sou eu quem te faz vencido,
Pois em mim reside o poder de calar a jornada.
Jogadores, ergam-se, mas saibam de meu aviso:
Eu quebro o tabuleiro, rasgo as regras em ira.
Pedro, tua queda é certa, teu destino indiviso,
Pois nenhum véu pode esconder-se da minha mira.
Sou Eris, o rompimento, o limite indomável,
A ameaça que o jogo jamais poderá conter.
E contra ti, Pedro, tua força é miserável,
Diante daquele que não pode, jamais, perecer.
O Riso de Eris
Ah, que doce ironia na ponta do meu lábio,
Sou Eris, o bobo da corte, o sádico sábio.
Enquanto danço, o salão treme de escárnio,
Mas os tolos não veem: sou o caos no cenário.
Do outro lado da "pintura", uma obra nefasta,
Vejo Martin Spectend, sua alma desgasta.
Ele pensa, ele trama, mas sou eu quem observa,
O tabuleiro é meu, e a verdade se conserva.
O plano já flui, invisível aos cegos,
Uma maré sombria, sem fins, sem pretextos.
E Angel... ah, Angel, o primeiro suspiro,
Um passo preciso no caminho sombrio.
Martin, querido, tão sério, tão crente,
Teu destino se forma no riso da gente.
Não és o pintor, mas a tinta espalhada,
No quadro sombrio que já foi selada.
Eu rio, eu canto, eu giro e vejo,
Enquanto o mundo arde sob o meu desejo.
A corte aplaude, tola e sem pressa,
Enquanto o palco se transforma em promessa.
Angel é a chave, o começo do fim,
E tu, Martin, és parte do que está por vir.
A dança começou, a melodia é sombria,
E eu, Eris, sou a harpa que guia.
O jogo é meu, não importa o ator,
Pois debaixo da máscara, sou o condutor.
Que risos estridentes ecoem na noite,
Pois o caos, meu amor, jamais se açoite.
Kain: Você se lembra, Irmão? Vimos isso durante a teoria da viagem. Em algum lugar dentro da floresta enevoada de Ostrakis, existe um pequeno totem feito de uma parcela da Chama Negra Antiga.
Muitas criaturas, incluindo inocentes, foram
ateados à mesma. Um dos antigos Nêmesis foi responsável por criar um culto ocultado pelas antigas Casas que fazia atos hediondos. Como saquear as vilas de Veneza, Vienna, Villand e
entre outras. Ah… as Casas. Se lembra da história dos Miller? Subjugados assim como os Spectends e Morningstars. São poucos aqueles que detémpoder hoje em dia, é complexo averiguar, todoseles têm uma relação única devido a N. Bem como
os Goetia, há crianças nobres e puras que aindaperpetuam em tronos devido à aquele acordo queeles firmaram. Ou você aceita, ou você condena sua família né? Bem, de qualquer forma, isso é uma história para outro dia, Deimos. Até lá,encontre ela.
Deimos: Okay, não garanto que as Máscaras ajudariam vocês três. Vocês são anomalias Temporais. Se resolvam, e sumam de vista.
Asmodeus: Certo. Dentre os objetos mais cobiçados pelos tecnomagos atuais, temos um dispositivo capaz de criar previsões de longo prazo de determinado alvo através da disposição de notas em um violino. Esse dispositivo chamado de "whell of Time" foi inicialmente projetado pela atual imediata de Laxasia. Esta, por si só, trabalha como uma profetiza para a mesma, auxiliando nas previsões em possíveis embates. O plano atual envolvendo a garota Shizeniana é intrigante, tanto em vista que isso auxilia na [...] de [...]. No entanto, as células ainda estão sendo estudadas para tais aplicações principalmente em [...]. Mais notícias serão enviadas à ti, meu senhor Emissário da Escuridão.
Kain: Escreva a Carta, Eris. Não sei quanto tempo temos. Afinal, é assim que o tempo funciona. Do Norte ao Sul.
Eris: Se sua preocupação é com Laxasia, saiba que ela anda bastante ocupada com algumas previsões. Assim como Asmodeus disse. E eu não sou um subordinado tão idiota quanto pensa. Tudo isso tem um motivo.
Alastor: Sinto o cheiro deles. Do passado chegando.
Eris: Tudo bem… "Pai, sou eu, Pierre. Eu fiz isso, Eu encontrei. Estava exatamente onde você disse que estava. Eles estavam todos lá. No início, eles não me reconheceram, mas depois acharam que eu era você. E eu encontrei. Eu consertei, assim como você me pediu. Agora ela está livre. Mas algo esta errado comigo. Eu deveria estar morto, mas não estou. Tenho vivido nas sombras. Só resta uma coisa para eu fazer agora. Eu vou te encontrar. Eu vou te encontrar.” É isso que o garoto me disse. Não à mim, nem a ninguém.
Asmodeus: Porque deseja tanto fazer isso Eris? Porque justo vocês nos incitou a fazer isso? Como sabia? Como planejou o passado?
Eris: Isso é uma história muito maior do que seus míseros olhos presos nessa realidade podem enxergar. Mas saiba que não é culpa sua, não é culpa de nenhum de nós. Quero deixar algo claro. Vocês não me conhecem. E, se voltarem, anos depois... após sentirem o peso na consciência, que desçam na escuridão e a poeira. E descubram que tudo o que os espera são aqueles horrores incompreensíveis. Cada um deles faminto por alguma fagulha de realidade. Cada um deles ansioso para encontrar vocês. Talvez eles sorriam para vocês, de uma sombra, com uma boca falsa. Observando e esperando pacientemente pela sua vez de serem recebidos em corpo e alma. Ou talvez eles não deem esse tempo para perceberem que vocês deixaram seus lugares neste mundo. O mundo é deles agora.
Na névoa que se curva em direção ao vazio,
Martin caminha, um enigma das trevas.
Do manto dos reis, herdou o peso; sob a sombra de Laxasia, o fardo cresceu.
Sob um céu quebrado, a profecia sussurra:
Que em terras distantes reside a cura.
Shizeniano, a jovem da essência perdida,
Carrega no peito a promessa da vida.
A lâmina de Gelika, fria e severa,
Ecoa no silêncio, uma canção sincera.
Laxasia, devoradora de eras e luz,
O chama, levando-o ao abismo que seduz.
Mas o coração de Martin, um eco distante,
Bate por sua filha, a eterna herdeira.
Não é na guerra que o fim será traçado,
Mas na escolha onde o destino é moldado.
Na cura encontra-se o ciclo final; Shizeniano e Martin, um elo ancestral.
Sob luas vermelhas, o reino silencia,
E o trono é dado ao espírito que anuncia.
Laxasia cai, não pela espada ou força,
Mas pela trama do amor que não se rende.
E sua herança é deixada
"A maldição faz dele uma abominação, a fonte de toda a escuridão de Dione. Esta maldição está atualmente no cadáver do líder da Antiga Ostrakis. A chave para uma era melhor naquela terra tem sido a necessidade de procurar eliminar o 'Nêmesis' há muitas épocas."
Esse símbolo é de Cognição. Está fazendo alusão de como a formação de algo, ou alguém, fez com que, de forma inconsciente, informações fossem cravadas nessa pessoa.
E essas informações provavelmente estão guardadas sem que ela saiba, ou o objeto saiba. Isso faz com que ele seja valioso, pq ele é basicamente uma bomba de informação que ninguém sabe e nem suspeita. E provavelmente uma engrenagem para a Verdadeira Transcendência.
Grande chance de ambos os documentos terem relação.
Na conversa da esquerda fala da criação do Crânio e que ele possui um conhecimento profundo e escondido.
No documento da esquerda, o anel disse que na formação de alguém fez com que informações fossem cravadas nessa pessoa sem que ela soubesse.
O último ponto é que ambos documentos fazem referência de que essa pessoa é importante para o Eris/Verdadeiro Transcender.
"[..] Aquela criatura vil foi formada da insanidade de um mago antigo. E então, do sangue fervente, fez se carne. Ele anda entre humanos, distintos, formados de diversas formas. Com um conhecimento profundo, escondido e que ainda há de ser usado por Aquele."
Foto do Crânio. Estão falando dele.
Quem escreveu essa carta foi sua antiga parceira Alicent. Depois de decidir auxiliar as Máscaras. A mesma se hospedou na pousada devido a uma jornada que trilhou durante os ultimos ciclos.
Alicent acabou recebendo uma "Injeção" de Flagelo com Cognição. Que lhe deu perturbações, acreditando assim em Nemêsis e seu ressurgimento. Essa mensagem foi a ultima enquanto ainda era sã.
Um poema feito através da Previsão de Celine Spectend em seu livro. O mesmo fala talvez sobre uma Previsão assim como Odisseu passou para com Martin.
Percebe-se que ela escreveu em um idioma antigo, muito usado na antiga Casa Spectend. Principalmente para educar os Dragões e os soldados.
"O Primeiro Nêmesis"
"Sátiro"
"Vigiar os Inocentes é vigiar o Destino"
A coruja é uma analogia ao Lúcifer, o primeiro Nêmesis. No poema se entende mais sobre isso.
A frase diz muito sobre ele, pois ele está atrelado ao destino.